
Hoje em dia para alugar um imóvel é necessário um fiador. Geralmente quem precisa de um, logo vai atrás de um amigo ou parente para pedir esse “pequeno favorzinho”.
Nessa hora muitas vezes a amizade fala mais alto e a pessoa acaba aceitando se tornar um fiador. A grande maioria delas até mesmo já ouviu histórias negativas a esse respeito, mas mesmo assim aceitam correr os riscos para não perder uma amizade.
Riscos: O fiador tem que arcar com todos os ônus caso o inquilino não honre com as obrigações que assumiu ao assinar o contrato de locação.
Ele é responsável por pagar o aluguel caso o locatário não o faça. Também fica responsável por qualquer mudança que seja feita no imóvel, seja pintura ou reforma.
O fiador responde como garantidor dos compromissos assumido pelo amigo ou parente. O não cumprimento pela parte do locatário pode fazer com que o fiador seja acionado em juízo para quitar a dívida deixada por ele.
Poderá também ter seu nome incluído no cadastro de proteção ao crédito (SPC) ou Serasa caso não pague a dívida.
Porém existe o benefício de ordem que é um direito de qualquer fiador e funciona da seguinte maneira: o fiador só responde pela dívida depois da execução dos bens do devedor principal, ou seja, o locatário.
Mas tem um problema caso esteja no contrato à solidariedade entre o devedor principal e o fiador, o benefício de ordem perde o valor, dessa forma os bens do fiador será confiscado imediatamente para pagar a dívida do devedor.
Pense bem: É um risco muito grande a se correr, portanto é importantíssimo que a pessoa pense bem antes de tomar uma decisão e aceitar esse compromisso, pense com prudência, principalmente se tiver apenas um imóvel.
Um fiador pode pagar muito caro caso aconteça um deslize da parte do locatário. Por isso é muito importante que ele tome a decisão de dizer sim se tiver certeza da responsabilidade da pessoa que fez o pedido.


Posted in
Tags: